Apresentação | Scrum Overview...
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Uma introdução ao Scrum
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Acesse apresentação: http://slidesha.re/iCjiAq
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Webinar (Palestra On-Line) GrátisNosso objetivo é responder algumas questões dos executivos e apresentar de forma didática os caminhos (roadmap) para tirarmos o melhor da Gestão por Processos.
Principais tópicos que serão apresentados:
Data: 05/nov/10 – das 8:00 hs às 9:00 hs
Local: via internet | http://my.dimdim.com/teamproject/
Capacidade: 50 participantes (não garantimos vagas)
Palestrante: Uires Tapajós | http://br.linkedin.com/in/uires
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Acesse: ITIL – Service Desk
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Veja nosso material de ITIL – Service Support, material completo com todos os processos e o Service Desk.
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Acesse: http://slidesha.re/kfOSEO
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O departamento de TI do escritório de advocacia Machado, Meyer, Sendacz e Opice conquistou a certificação no padrão de gerenciamento de serviços de tecnologia ISO 20.000. O processo em si durou um tempo estimado de quatro meses, com auditoria final realizada em dezembro do ano passado. Contudo, a iniciativa fez parte de uma estratégia mais ampla que teve início em meados de 2008 a partir da troca do fornecedor de service desk.
Uma das premissas para a substituição do provedor de serviços de suporte era justamente a certificação do departamento na norma internacional de qualidade. Nas palavras de Agnes Nicola, gerente de TI do escritório, o trabalho com o antigo fornecedor era “um caos”. “Sem controle e nem gestão, apagávamos incêndio sem saber se resolvíamos a causa raiz dos problemas. As reclamações apenas aumentavam”, ilustra a executiva que partiu em busca de uma companhia de help desk que adotasse algum tipo de metodologia. Ela chegou à Asyst International, já adaptada a biblioteca de boas práticas do Itil, que colocou à disposição uma equipe com 15 profissionais para o projeto.
“A TI é uma área de suporte. Fica difícil mostrar sua importância e até trabalhar com foco em melhorias”, avalia a gerente sobre as ações feita sem métricas. Quanto à importância do ISO, ela diz que a certificação ajuda a trabalhar para superar metas, estabelecer níveis e mensurar o quanto a área consegue atender das necessidades do escritório. “Deixa de ser nebuloso”, resume Agnes, citando outro problema que deve soar comum a muitos gestores: “atendimento sem método dá a percepção aos usuários de que eles sabem mais do que a própria área de tecnologia”.
A troca de provedor ocorreu em setembro de 2008. O Machado Meyer e a Asyst entraram então em um processo mútuo de adaptação de rotinas. Quando se entenderam e colocaram a casa em ordem, começaram a pensar no padrão ISO 20 mil para os cinco service desks que atendem cerca de 700 colaboradores em seis cidades. “Quando começamos o trabalho, tínhamos por volta de 3 mil chamados, por mês”, dimensiona. A TI começou os esforços para aprimorar o atendimento e os indicadores. Implantadas práticas de gestão, foi a vez de passar pela pré-auditoria da empresa alemã DQS, em setembro de 2009. Nesta etapa, o certificador vai passando em diversos pontos do departamento com uma espécie de script para analisar o site. Sem agendamento prévio, a companhia recebe visita da empresa que verifica a qualidade dos processos, pedindo que os operadores mostrem que tem domínio para resolução de determinada demanda. O segredo para tirar o ISO, acredita Agnes, está em documentar e garantir a gestão da mudança de procedimentos. “Formando uma base de conhecimento fica mais rápida a resposta e a dinâmica da equipe”, afirma.
Detalhe
Passado todo o processo e com a TI carimbada com o selo ISO, Agnes reconhece que vale a pena tirar a certificação para conseguir mensurar a qualidade aplicada no atendimento e mostrar que existe um padrão. “Hoje, o service desk – que é uma ação operacional – não é mais uma fonte de problema”, avalia a gerente, comentando que o tempo que lhe restou com a mudança de foco pode ser melhor aproveitado em ações mais estratégicas. “Consigo ter olhos para coisas bem mais importantes”, revela a executiva que agora participa mais de perto do processo de substituição do sistema de gestão (ERP) do escritório.
Além disso, o benefício da organização é medir a eficiência em números. A satisfação dos colaboradores, por exemplo, chegou a 96%, em 2010. “Isso é muito bom”, atesta. Alguns indicadores demonstram as melhorias no suporte técnico. O contentamento com o atendimento remoto passou dos 19,79%, em 2008, para 49,9%, atualmente. O de atendimento na primeira chamada, por sua vez, saltou de 56,6% para 76%, no mesmo intervalo. Além disso, foram padronizados os 269 procedimentos de suporte e classificados os níveis de urgência. O número médio atual de demandas no help desk orbita na casa de 2,1 mil por mês.
Como a ISO é atualizada esporadicamente, a TI do Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados deve passar por novos processos de auditoria em intervalos de 18 meses para manter a certificação.
Maiores informações acesse: Formação Eng. Ágil
Se uma de suas preocupações na hora de incrementar a rede de contatos profissionais que o cerca é ser ignorado, repense. No lugar de querer receber, procure contribuir. Apresentamos cinco motivos para seus contatos moverem seu cartão de visitas para a pasta “favoritos”.
Um dos motivos pelos quais você pode ser reticente na hora de fazer networking é o fato de, ao fazer contatos na busca por oportunidades profissionais, ter sempre a sensação de estar impondo sua vontade. É onde a vasta maioria das pessoas erra em seu conceito sobre a função e a dinâmica do network. Achar que o empregador não quer conhecer novos talentos e que quem procura por uma colocação não tem nada a oferecer também são dois erros muito comuns.
O presidente da empresa norte-americana de coaching Carrer Potential, Ford Myers, afirma que as vantagens na atividade de manutenção de contatos profissionais é benéfica a todos, do candidato até o gestor de vagas de trabalho.
“Quem faz o networking de forma apropriada dá mais que recebe”, resume Ford.
Autor da obra “Get the Job You Want – Evene When No One´s Hiring” (conquiste a vaga que quiser – mesmo quando não há contratações, em tradução livre do inglês), Myers procura esclarecer aos preocupados que muitos dos temores comuns são infundados.
1. Sua forma de se aproximar diz muito sobre você: As pessoas a sua volta podem estar secretamente à procura de alguém para compor seu quadro de profissionais. Elas também podem estar reticentes em agendar compromissos ou dar telefonemas para conversar sobre a questão. Então, se concordam em te receber para uma conversa, estão, na verdade, realizando um ensaio com sua postura e com seu comportamento.
2. Você vale o que sabe: Se está em atividade, realizando networking a todo vapor, possivelmente tem um conhecimento razoável sobre as vagas e ouve nas entrevistas como anda a economia e quais são, em parte, os planos estratégicos de outras companhias. Esse conhecimento é valioso para outras pessoas, incluindo seus potencias empregadores.
3. Existe interesse em ajudar você: Sim, existe. Ajudar aos outros em sua busca por emprego aumenta a moral de quem realiza a ponte. Se alguns fazem isso de forma puramente altruísta, existe outra parcela de pessoas com contatos que fazem isso de olho nos bons fluidos que essa ação pode lhes render. Seja qual for o caso, é bom para você.
4. O fator “ego”: Consultar seus contatos sobre questões profissionais faz com que se sintam apreciados. Ao perguntar-lhes algo que denote a necessidade por seus conhecimentos, você lhes atribui status de autoridade em determinados assuntos. Promove neles o senso de valor e em você o senso de alguém que é articulado, qualidade desejada.
5. Networking não é trabalho: Às vezes, o que seu contato mais quer é tomar uma xícara de café e conversar sobre amenidades. Isso pode ser ocasionado por uma carga de trabalho alta demais ou por simples tédio. Seja como for a razão, uma rápida saída para um cappuccino pode render frutos e informações valiosas.
6. As portas se abrem: Se precisar marcar uma reunião com alguém que tenha sido indicado por você, é praticamente certo que você será atendido, e bem. Longe de ser fruto do tráfego de influências, essa receptividade se dá em função da confiança que existe em seu trabalho e na qualidade de seus contatos. Afinal de contas quem vai pôr o trabalho a perder para facilitar uma operação comprometida?
7. Sua situação é pública: Muitas vezes, os seus contatos sabem perfeitamente o que o motiva a procurá-los. Se for uma questão urgente e você passar por necessidades, é bastante possível que os participantes de sua rede se empenhem em resolver seu problema, pois te conhecem e podem ter empatia por você.
Fonte: ComputerWorld
A CompanyWeb disponibiliza no seu novo portal vários simulados, entre eles ITIL, COBIT, ISO 20.000 e ISO 27.002.
“Nosso interesse é disponibilizar ferramentas para que o mercado teste seus conhecimentos e colaborar com a carreira dos profissionais de TI” diz o consultor Uires Tapajós.
Acesse: simulados online grátis
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Sem romantismo, nenhuma empresa é obrigada a manter empregos vitalícios, ou mesmo oferecer zonas de conforto. Diante de um mercado extremamente competitivo, as mudanças são necessárias e a performance é cada vez mais caracterizada pela alta competência. Contudo, o ato de demitir talvez seja uma das decisões mais difíceis a ser tomada por um profissional na vida corporativa.
Nunca achei que demissão devesse ser uma surpresa. Ela pode ser a consequência de um processo de avaliação contínuo e de diálogo aberto entre chefe e subordinado sobre os desafios organizacionais futuros. Ao ser demitido, ao menos saber que o gato estava em cima do telhado deveria ser um fato compartilhado entre as partes. Por incompetência, ou medo de perder a motivação do funcionário até a data derradeira, os comandantes escondem as piores notícias que pegam a vítima de surpresa. Ou acabam sendo mensageiros de decisões acima de sua capacidade de influência.
Muitos filmes e piadas já listam os motivos frequentes usados por quem demite para explicar a dispensa. Subterfúgios, falsas desculpas, motivos sem fundamento são claramente percebidos pelo demitido, causando revolta, mágoa e rancor. No final das contas, por não representarem a verdade, confundem mais do que explicam.
Momento delicado, funcionário fragilizado.
Como não transformar esta situação numa agressão à autoestima do funcionário? Como fazer com que um ato que, na essência, fere os sentimentos possa ser um ponto de partida com sentido construtivo.
Quem demite tem que cuidar para que o funcionário não carregue dentro de si o pior sentimento, que é o da humilhação. Demitir de forma humana é preservar a dignidade do demitido. Preservará, assim, a sua própria.
O caminho a seguir é um só: informe o demitido de toda a verdade. Os reais motivos da demissão, quaisquer que sejam eles. As pessoas podem até sofrer mais com a verdade, mas essa postura representa, como afirmei no post “Primeira lição: a demissão”, a oportunidade de recomeçar.
Se o motivo é de performance, disciplina, dificuldade para atingir metas, problemas de relacionamento, não importa! Qualquer que seja a razão, deve ser dita com clareza e respeito. Certamente, a verdade não trará felicidade. A tristeza e a amargura devem perdurar por um tempo (veja as etapas cumpridas em post anterior), mas se a dignidade foi mantida, outros caminhos se abrirão, estou certo disso.
Eu vi e vivi os dois lados da moeda e uma coisa é certa: trate as pessoas como gostaria de se tratado.
O servidor público, cujo dia é comemorado hoje, ocupa uma posição cada vez mais desejada e disputada. Dados de alguns concursos públicos, em que a competição é acirrada, deixam claro o interesse pela carreira pública. No concurso de auditor fiscal da Receita Federal, realizado no ano passado, por exemplo, a concorrência foi de 179 candidatos por vaga. Já para o Ministério Público da União (MPU) foram mais de 754 mil inscrições para 594 vagas, ou seja, cerca de 1270 candidatos por vaga este ano.
A estabilidade, característica de muitos cargos da área pública, ajuda a explicar o interesse crescente pela modalidade. “O que muitos buscam é a garantia de emprego. Além disso, na maioria das vezes, a carga horária no setor público é de 40 horas semanais”, afirma Marcos Vinicius Poliszezuk, advogado especializado em relações do trabalho e sócio do Fortunado, Cunha, Zanão e Poliszezuk Advogados.
Na opinião de Dânia Fiorin Longhi, professora do Mackenzie e advogada do Mascaro & Nacimento Associados, a competição por uma vaga na área pública tem contribuido para melhorar a qualificação dos profissionais. “Hoje esses profissionais são altamente preparados, competentes e dedicados”, diz.
A especialista explica que isso também é consequencia dos salários. “Na esfera federal a remuneração é boa, já nas estaduais e municipais nem tanto”, afirma. Não é somente a esfera governamental que diferencia os servidores públicos. Para entender uma pouco mais desse mundo, a primeira coisa a saber é que os servidores se dividem em duas categorias: os funcionários públicos e os empregados públicos.
Conquista da vaga
Para se tornar um servidor público – ou seja, aquele que trabalha na administração pública direta (governo federal, estadual ou municipal) ou indireta (autarquias, fundações e empresas públicas) - é necessário ter sido aprovado em concurso público.
“A dispensa da realização de concurso para contratação de pessoal só é permitida no caso de temporários ou empregado comissionado, este último também conhecido como cargo de confiança”, explica Gustavo Dabul, diretor-tesoureiro da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo e sócio do Dabul e Reis Lobo Advogados Associados.
Condições de trabalho
Enquanto o funcionário público é regido pelo estatuto da admnistração a qual é vinculado, o empregado público trabalha sob a norma da CLT, assim como os demais profissionais da área privada. Com isso, o empregado público tem direito a garantias como o FGTS.
A estabilidade, condição oferecida a todos os funcionários públicos, não está assegurada para os empregados públicos. Por outro lado, uma orientação jurisprudencial estabelece a garantia de emprego também para os empregados públicos. “A determinação é resultado do pleito desses profissionais, que exigiam alguns benefícios similares”, diz Dânia.
De acordo com a advogada, nos dois primeiros anos de trabalho, o funcionário público realiza o chamado estágio probatório. Passado esse período ele passa ter estabilidade, o que significa que só pode ser demitido por causa justificada e depois de passar por um processo administrativo ou judicial. “Eles podem ser exonerados por justa causa e, nessa situação, recebem apenas o saldo de salário e as férias vencidas”, diz Dabul.
Aposentadoria
Enquanto o empregado público se aposenta com base nas norma da CLT, ou seja, passa a ser beneficiário do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), o funcionário público conta com uma previdência própria, cujas normas são definidas pelo estatudo da instituição em que ele atua.
Outra diferença do funcionário para o empregado público é valor do benefício. “A maioria dos estatutos prevê aposentadoria integral, ou seja, o funcionário público recebe o salário como se ainda estivesse na ativa”, afirma Poliszezuk.
Ponto forte da área privada
De acordo Poliszezuk, o reajuste salarial, normalmente, é mais adequado para os profissionais do setor privado. “Para os servidores públicos, é preciso prever o reajuste na lei orçamentária ainda no exercício fiscal anterior”, diz. “Com isso, o reajuste pode ficar abaixo da inflação. Assim, de tempos em tempos o servidores solicitam ajuste de salário.”
Fonte: iG Carreiras
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