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Palestra | PMO – Escritório de Projetos no ...




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SML – Self Managing Leadership® | Oxford Leader...

Curso Liderança & Auto Gestão
SML® – Self Managing Leadership® | Oxford Leadership Academy

Curso de Liderança com a Qualidade da Oxford Leadership Academy

  • O SML – Self Managing Leadership® se propõe, de forma estruturada, a ajudar os participantes, a desenvolver e aprimorar seu senso de direção e foco, suas escolhas, maior clareza nas decisões, ampliação do poder individual necessário para enfrentar os desafios, que o papel de líder apresenta no dia a dia.
  • É para ser um líder ainda mais inspirador e promover resultados relevantes para a organização.
Sobre Oxford Leadership Academy

  • A Oxford Leadership Academy é uma das mais conceituadas consultorias especializadas em PESSOAS e suas CULTURAS, nas mudanças organizacionais e gerenciais, integração cultural, desenvolvimento das capacidades dos líderes e das lideranças, alinhamento organizacional na estratégia corporativa e capacitação dos líderes na execução das estratégias.
  • Os programas da Oxford Leadership Academy trabalham profundamente a cultura, tradições, hábitos e atitudes do executivo de forma individual respeitando suas realidades e objetivos específicos.
  • Oferecemos de forma pragmática e objetiva o desenvolvimento da inteligência emocional, espiritual e social dos líderes e times. Nossos clientes incluem executivos das corporações listadas na revista a Fortune100 incluindo Unilever, McDonald’s, Telefonicia, Sandvik, Akzo Nobel,Coca-Cola, BASF, Fortis,Ericsson, HorwathIntl, BP, Barclay’s, Volvo, Pharmacia, General Electric, Ford e General Motors.
  • Brian Bacon, fundador da Oxford Leadership Academy, fala sobre o papel da Liderança: http://bit.ly/dKb2oe
Nossos consultores certificados pela Oxford Leadership Academy realizaram alguns webinar na CompanyWeb
Mais informações e inscrições, acesse: http://bit.ly/dE1WUY
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Participe! Curso de Testes de Software...

Nosso objetivo é apresentar os principais conceitos associados à automação de testes de software, abordando os principais tipos de automação de testes funcionais, suas vantagens e limitações, os custos associados, o retorno de investimento e os principais requisitos para a implantação de uma iniciativa de automação de testes de sucesso. Serão apresentados exemplos práticos para reforçar os conceitos aprendidos por meio de exercícios utilizando diversas ferramentas de automação.


  • Data: 27 e 28/abril – carga horária: 16 horas
  • Mais informações e inscrições: http://bit.ly/gGi8Jb
  • Local: CompanyWeb | São Paulo – SP
  • contato@companyweb.com.br | 11 3532-1076

Agenda de Cursos de Abril e Maio...

Treinamentos CompanyWeb São Paulo
Nome do Treinamento Data Local
Analista de Negócios 2.0 25 a 30/abr SP
Analista de Negócios 2.0 27 a 29/Abr SP
FAG – Analista de Governança de TI 09, 16, 30/Abr e 07 e 28/Mai SP
BizAgi – Na prática 14 e 15/Abr SP
PMO – Implantação de Escritórios de Projetos 11 e 12/Abr SP
Microsoft SharePoint Server 2007 – Implantação e Administração 25 a 28/abr SP
Microsoft SharePoint Server 2007 – Design 02 a 06 de Mai SP
Microsoft SharePoint Server 2007 – Programação 09 a 20 de Mai SP
Microsoft SharePoint Server 2007 – Formação completa 25/abr a 20/mai SP
Windows 2008 Server 11 a 22 de Mai SP
Curso Teste de Software 27 e 28/Abr SP
Nome do Treinamento Data Local
Analista de Negócios 2.0 18 a 20/Mai SP
FAG – Analista de Governança de TI 16 a 28/Mai SP
FAP – Formação Analista de Processos 07 a 28 de Maio SP
SLA – Aplicado ao Negócio 06/mai SP
ISO 20.000 30 e 31/Mai SP
Sarbanes Oxley | SOX 26 e 27/Mai SP
SML – Self Managing Leadership® 21 e 22/Mai SP
Workshop SCRUM 13/mai SP
Treinamentos CompanyWeb | RJ
Nome do Treinamento Data Local
FAG – Analista de Governança de TI 22/Jan a 19/Fev RJ
Nome do Treinamento Data Local
Analista de Negócios 2.0 14 a 16/Abr RJ
FAP – Formação Analista de Processos 25 a 28/abr RJ
Nome do Treinamento Data Local
FAG – Analista de Governança de TI 09, 16, 30/Abr e 07 e 28/Mai RJ
Treinamentos CompanyWeb | BH
Nome do Treinamento Data Local
FAP – Formação Analista de Processos 12 a 15 de Abril BH
Nome do Treinamento Data Local
FAG – Analista de Governança de TI 09, 16, 30/Abr e 07 e 28/Mai BH
Treinamentos CompanyWeb | DF
Nome do Treinamento Data Local
Analista de Negócios 2.0 28 a 30/abr DF

Os 10 MBAs nos EUA com os salários mais altos ap...

Pesquisa da U.S. News mostra quais os cursos de negócios com mais alto custo-benefício para os estudantes graduados

Facebook começa a contratar em SP...

Rede social procura diretor de operações no Brasil; ao todo são cinco oportunidades para diferentes cargos

A inovação com base no conhecimento...

Segundo dados do Banco Internacional do Desenvolvimento, o Brasil lidera o ranking da inovação tecnológica na América Latina, à frente inclusive do Chile. Porém, poucas empresas brasileiras – não importa o porte – investem em inovação. O grande motivo da falta de empenho dos empresários nesse quesito é a burocracia: embora existam programas do governo que incentivem a busca por formas de inovar, muitas companhias não atendem aos pré-requisitos e acabam desistindo do crédito.

Tanto o governo quanto a iniciativa privada têm responsabilidade nesse quadro. Apenas 0,59% do PIB brasileiro é destinado para a área de pesquisa e desenvolvimento. O setor empresarial investe somente 0,5% do seu faturamento em P&D, montante irrisório se considerarmos que, nos países de primeiro mundo, as empresas chegam a investir 70% de todo seu lucro em P&D.

Um dos maiores gargalos para a inovação tecnológica no Brasil é a falta de pessoas preparadas para inovar, sobretudo porque as próprias empresas não estimulam a criatividade. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP, envolvendo 450 empresas pequenas e médias, indicou que, em 90% delas, só os sócios identificam novas oportunidades. Somente 9% dessas companhias oferecem prêmios para estimular as ideias dos colaboradores. Esses dados só reforçam a tese de que poucas empresas enxergam a inovação como um meio de incrementar a lucratividade e de avançar em novos mercados.

Isso vai de encontro aos objetivos de negócios estipulados na maioria das organizações, uma vez que todas querem se posicionar como inovadoras. Mas grande parte só visa a lucros e à redução de custos, esquecendo-se de que a base da inovação está no conhecimento, na valorização das idéias e na qualidade do ambiente oferecido aos colaboradores. Sem essa base, torna-se impossível o sonho de alcançar resultados aliados à sustentabilidade.

Também é importante que as empresas tenham sempre em mente que não existe inovação sem conhecimento, pois ninguém inova em algo que não conhece. Portanto é fundamental que as companhias mapeiem seus estoques de conhecimento, criando mecanismos de captura e retenção desse conhecimento.  Com isso, fica mais fácil utilizar de forma acertiva o ativo intelectual, gerando inovação de forma mais produtiva, envolvendo as pessoas que fazem diferença em determinado assunto.

Um outro ponto a se considerar é a chegada da Geração Y aos cargos estratégicos. Trata-se de uma garotada altamente conectada, antenada a tudo o que é novo e que representa uma excelente fonte de inovação. Esses jovens têm ânsia de aprender, não gostam de hierarquia e adoram trabalhar em equipe.

Sedento por conhecimento e ascensão, o funcionário Y é um questionador nato que interage, compete, fornece e exige feedbacks rápidos. Por isso preza tanto a colaboração e a troca de experiências. Mas há um detalhe: apesar de trazer uma bagagem intelectualmente tecnológica de peso, não é regra que seja capaz de expor esse conhecimento por meio de uma conversa, principalmente com a “velha guarda”. Tão focado em tecnologias e tendências, às vezes exprime melhor suas ideias por meio de comunidades e fóruns de debates virtuais, os quais domina com maestria.

O grande desafio será potencializar essa meninada, trabalhando a gestão da empresa a partir de conceitos da Web 2.0. Apesar de ainda haver questionamentos sobre esse tipo de inovação aberta e acessível, ela já pode ser considerada uma questão de sobrevivência para organizações de sucesso. Na Braskem, por exemplo, 25% dos pesquisadores são colaboradores externos; na Procter e Gamble, 50% dos produtos são desenvolvidos com base em co-criação; e na Natura, 50 a cada 100 projetos em curso são feitos em rede. Estas, sim, estão indo além dos muros, reduzindo time-to-market e custos.

A inovação com base no conhecimento é uma barreira difícil de ser ultrapassada, mas imprescindível para as empresas que desejam alcançar competitividade e desenvolvimento sustentado. Está mais do que provado que os investimentos assertivos em inovação refletem na produtividade da equipe, na maneira como os colaboradores pensam e, conseqüentemente, na criação de oportunidades de negócios. E quando é assim, todos saem ganhando: empresa e funcionários.

Autor: Sergio Cochela é CEO da Nous Software

Gravação do Webinar Por que Gestão Colaborativa...


Foi realizado hoje (14/mar/11) o webinar Por que Gestão Colaborativa. Apresentamos alguns conceitos interessantes sobre a Colaboração em Projetos, Demandas e Help Desk em ambiente via internet.
Como atingir resultados, gerar economia, fazer mais sem aumentar as despesas e como focar em resultados e melhorar a gestão de riscos.
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Foi apresentado como simplificar a gestão de projetos e como fazer os controles através da visibilidade do andamento das tarefas e como aumentar a efetividade na comunicação do projetos e na gestão de demanda.

Também abordamos em nosso webinar:

  • A maneira tradicional de fazer projetos X a maneira colaborativa;
  • Como através da colaboração sua equipe pode ser produtiva;
  • Quais são os ganhos e como fazer projeto de forma colaborativa.

Palestrante:

Uires Tapajós | Consultor da CompanyWeb

twitter: @uireswww.linkedin.com/in/uires

Veja os Slides, abaixo, utilizado na apresentação ou no linkhttp://slidesha.re/i2MEXk



Link da Gravação do Webinar: http://bit.ly/dK5l9e

Link para download (cód. 30) do Webinar: http://bit.ly/iaBBrI

Abaixo a gravação do webinar: http://bit.ly/fCXN1i

BABOK em Português...

O Guia Babok (Business Analysis Body of Knowledge) foi traduzido para o português.

O texto é uma base de conhecimentos estabelece um padrão para os conceitos, tarefas, técnicas e competências que fundamentam a disciplina de análise de negócios.

A tradução feita por 16 voluntários do capítulo de São Paulo do International Institute of Business Analysis (IIBA) é a segunda já feita no mundo, seguida apenas da japonesa.

“Mais do que uma simples tradução, este lançamento possibilita o acesso de todo o mercado de língua portuguesa ao que hoje pode ser considerado a Bíblia da Análise de Negócios”, detalha Suzandeise Thomé, presidente do IIBA Capítulo São Paulo.

Aproveite essa importante publicação para tornar os termos da análise de negócios padronizados em sua organização e no mercado nacional. Acesse, leia e divulgue os links abaixo:

Com a tradução, o IIBA espera aumentar o número de profissionais certificados no Brasil, pois contamos apenas com quatro profissionais CBAP.  O exame de certificação CBAP segue sendo aplicado somente em inglês. Com o aumento da procura, a expectativa é que futuramente o exame também possa ser realizado em português.

Arquitetura Empresarial...

A Arquitetura Empresarial, comum entre as corporações americanas, é a prática de aplicar métodos e técnicas no processo organizacional corporativo a fim de traçar otimização de negócios. Por se mostrar eficaz em gerenciamento de empresas, a prática da Arquitetura Empresarial (AE) ganhou a curiosidade do mercado brasileiro, mas o mesmo não possui profissionais dessa prática.

Para suprir essa carência a Petrobrás junto ao Governo Federal e empresas parceiras, promoverá no Rio de Janeiro (RJ) entre os dias 13, 14 e 15 de Abril o 1º Congresso Internacional sobre Arquiteturas Empresariais. Voltado para o ambiente business o Congresso contará com palestras, ‘mesas redondas’, coaching’s e discussões sobre como estruturar corporações.

Mais informações:  http://www.congresso-ae.com.br/index.php

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