Última chance para vc comentar a Extensão Ágil do BABOK

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Last chance to comment on the Agile Extension to the BABOK® Guide Deadline is February 29 In November 2011, International Institute of Business Analysis (IIBA) announced the newest release of the Agile Extension to A Guide to the Business Analysis Body of Knowledge® (BABOK® Guide) 2.0. This release was completed in collaboration with Agile Alliance, a non-profit organization dedicated to promoting the concepts of agile software development (www.agilemanifesto.org). To download a draft copy, please visit the Agile Extension page on the IIBA website. We have received so many valuable comments that we extended the feedback deadline to February 29, 2012. But time is running out—if you haven’t posted your comments yet be sure to email Agile@IIBA.org or use the feedback form by February 29. We would like to thank everyone who has taken the time to provide feedback to help make the Agile Extension even better. Sincerely, Kevin Brennan, IIBA Chief Business Analyst and EVP

Última chance para vc comentar a Extensão Ágil do BABOK

Governança de TI: garantia efetiva de entrega de valor ao cliente.

Antes de tentar explicar esta afirmativa, destaco trecho do CobiT 4.1 sobre o tema:


“A implementação de boas práticas deve ser consistente com a governança e o ambiente de controle da organização, apropriado para a organização e integrada a outros métodos e práticas utilizadas. Padrões e boas práticas não são uma panacéia. Sua efetividade depende de como foram implementados e mantidos atualizados. Eles são mais úteis quando aplicados como um conjunto de princípios e um ponto de partida para produzir procedimentos específicos. Para evitar que as práticas fiquem só no papel, a gerência e os funcionários devem entender o que fazer, como fazer e porque isso é importante”

Com isto quero dizer que devemos tirar as boas práticas do papel.

Precisamos colocá-las de fato em prática.

Precisamos implementar mecanismos e estruturas para que consigamos executá-las.

Precisamos do apoio da alta gestão de TI para que exista uma estrutura mínima que viva e pense governança de TI para orientar e direcionar os processos de TI.

Dito isto, vamos lá…

Quando pensamos em Governança de TI precisamos nos fazer as seguintes perguntas:

Qual é a percepção que os clientes e os usuários tem da TI?

Qual é nível de maturidade e qualidade dos serviços de TI?

A imagem acima mostra a realidade de muitas organizações quando tentam responder a estes questionamentos.

Quando começamos a pensar nestas questões começamos a pensar em governança de TI.

“Governança” do latim “regere”’- orientar, dirigir. Regência, é este o papel do maestro para com seus músicos. É este o papel da Governança: reger, orientar, direcionar a TI para que entregue valor ao cliente.

“Um sistema de governança refere-se a todos os meios e mecanismos que permitem avaliar condições e opções, facilitar as tomadas de decisões de TI. Como meios e mecanismos podemos ter frameworks, princípios, políticas, patrocínio, estruturas e mecanismos de decisão, papéis e responsabilidades, processos e práticas, para definir direção e monitorar o cumprimento e desempenho alinhado aos objetivos de Negócio.“ (CobiT 5)

A Governança de TI nos permite:

  • medir e auditar a execução e a qualidade dos serviços;
  • viabilizar o acompanhamento de contratos internos e externos; e
  • definir condições para o exercício eficaz da gestão com base em conceitos consolidados de qualidade.

Objetivos da Governança de TI:

  • Facilitar as tomadas de decisões de TI
  • Simplificar as operações e/ou serviços de TI
  • Melhorar o nível de qualidade dos serviços de TI
  • Estabelecer e manter relacionamento com clientes e fornecedores
  • Maximizar uso de recursos
  • Otimizar custos
  • Gestão de riscos (Identificar, analisar e mitigar)
  • Estabelecer e manter a conformidade com as leis e regulamentos
  • Promover a integração entre o Negócio e a TI
  • Gerar valor para empresa

Benefícios da Governança de TI (GovTI):

  • Alinhamento da TI com as das áreas de negócio;
  • Maior capacidade e agilidade para novos modelos de negócios ou ajustes nos modelos atuais;
  • Manutenção dos riscos do negócio sob controle;
  • Medição e melhoria contínua da performance de TI;
  • Maior transparência das atividades de TI.

Se buscamos estes objetivos e benefícios, consequentemente buscamos melhorar a percepção do cliente e melhorar a maturidade e qualidade dos processos e serviços de TI.

Mas o que fazer para atingir estes objetivos e benefícios?

Hoje, como base para GovTI, existe o Cobit, “Control Objectives for Information and related Technology, fornece boas práticas através de um modelo de domínios e processos e apresenta atividades em uma estrutura lógica e gerenciável. As boas práticas do CobiT representam o consenso de especialistas. Elas são fortemente focadas mais nos controles e menos na execução. Essas práticas irão ajudar a otimizar os investimentos em TI, assegurar a entrega dos serviços e prover métricas para julgar quando as coisas saem erradas”.(CobiT 4.1)

Para a área de TI ter sucesso em entregar os serviços requeridos pelo negócio, os executivos devem implementar um sistema interno de controles ou uma metodologia. O modelo de controle do CobiT contribui para essas necessidades ao:

  • Fazer uma ligação com os requisitos de negócios.
  • Organizar as atividades de TI em um modelo de processos geralmente aceito.
  • Identificar os mais importantes recursos de TI a serem utilizados.
  • Definir os objetivos de controle gerenciais a serem considerados.

Sendo assim, o CobiT age como um integrador das práticas de governança de TI e influencia a Alta Direção, gerências de negócios e de TI, profissionais de governança, avaliação e segurança, profissionais de auditoria de TI e de controles. Ele é desenhado para ser complementar e utilizado com outros padrões e boas práticas. Conforme mostra a imagem abaixo:

Novamente, cito a “implementação de boas práticas deve ser consistente com a governança e o ambiente de controle da organização, apropriado para a organização e integrada a outros métodos e práticas utilizadas. Padrões e boas práticas não são uma panacéia. Sua efetividade depende de como foram implementados e mantidos atualizados. Eles são mais úteis quando aplicados como um conjunto de princípios e um ponto de partida para produzir procedimentos específicos. Para evitar que as práticas fiquem só no papel, a gerência

e os funcionários devem entender o que fazer, como fazer e porque isso é importante” (CobiT 4.1).

Tudo isto para que possamos chegar a este cenário:

Ou seja, com a Governança de TI na prática e de fato nas organizações, a TI terá garantia efetiva de entrega de valor ao cliente. Não será considerada um muro, ou cotovelo, mas parte essencial do contexto para agilizar e viabilizar o negócio.


Fontes: CobiT 4.1, Draft CobiT 5
Figuras: CompanyWeb e Gooogle

Taken from: 

Governança de TI: garantia efetiva de entrega de valor ao cliente.

ITIL, CMDB e BOS

Estudando um pouco sobre o texto sagrado dos serviços de TI, “o” ITIL, aprendi que uma das premissas para várias boas práticas é a existência de um

CMDB

, ou Banco de Dados de Gerenciamento de Configurações. Muitas empresas que oferecem soluções no padrão ITIL também oferecem um CMDB. O exemplo que me ocorre no momento é o

Remedy

(como “solução” ITIL) e seu

CMDB Atrium

, ambos da

BMC

.

No mundo do Software Livre os projetos costumam ser mais centrados, vagamento apoiados no conceito fazer coisas simples bem e obter coisas complexas combinando as coisas simples (procurei a citação por uma hora, mas o Google agora acha que eu sou um acadêmico de inteligência de negócios, e não me mostra nada além de BI…)

Isso significa que um projeto de BPMS vai se focar em fazer crescer um BPMS, só. Um projeto de BI Open Source vai se focar em BI Open Source de qualidade, um de suite de escritórios vai querer ser a melhor suite de escritórios do mundo e assim por diante. Dificilmente um projeto que deseje fazer um CMS vai se preocupar em embutir funcionalidades de ETL e Dashboards no próprio projeto, ou um projeto de monitoramento vai reescrever um agendador de tarefas, se pode contar com um pronto como o Quartz.

Assim, é muito pouco provável que o Bonita Open Solution, um BPMS, vá investir em criar um CMDB. Por outro lado, as caraterísticas do Bonita permitem uma integração com praticamente qualquer sistema, tais como CMDBs Software Livre, ou como o OCS Inventory NG.

Logo, se você procura uma solução ITIL que inclua CMDB, reveja seus conceitos. Terá mais chance de sucesso se procurar uma solução BPMS para implementar os processos (e eu recomendo o Bonita Open Solution), e outras soluções para os projetos de suporte.

Visit source: 

ITIL, CMDB e BOS

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