nav-left cat-right
cat-right
                                                                                                                       RSS        Siga a CompanyWeb no Twitter        Veja vários materiais nossos no Slideshare        Siga a CompanyWeb no Facebook        Siga a CompanyWeb no Linkedin        Veja vídeos sobre: ITIL, Analista de Negócios e outros

ITIL Implementation | Hands On...

Objetivo
  • Conhecer os processos da gestão de serviços de TI é altamente recomendado e necessário, contudo não é suficiente para quem quer ser tornar um especialista no assunto.
  • A prática em implementação é essencial, a experiência em fazer assessment dos processos de TI, elaborar plano de ação, desenhar processos, elaborar procedimentos, recomendar a aquisição de ferramenta e treinar pessoas são itens indispensáveis para um Consultor de TI.
  • Este treinamento exclusivo que tem o foco 100% prático em implementação da Gestão de Serviços de TI.
  • Cada participante receberá um kit contendo um conjunto de ferramentas que ajudaram a desempenhar as atividades de um projeto de implementação da Gestão de Serviços de TI.
  • Importante: O Estudo de Caso não abrange todos os processos de TI da Gestão de Serviços de TI.
Nota:
  • Aluno deverá trazer notebook próprio.
Público alvo

  • Qualquer pessoa que atue com a Gestão de Serviços de TI e quer ser tornar um especialista/consultor em implementação.
Pré-requisitos
  • Conhecimento da ITIL e de Tecnologia da Informação (TI) são obrigatórios;
  • Conhecimento do conteúdo programático do curso ITIL FOUNDATION.
  • OBS.: O curso é prático, os participantes deverão trazer seu respectivo notebook.
Metodologia
  • Estudo de Caso, Exemplos práticos e Dinâmica de grupo.

Conteúdo Programático


Fase 1 – Revisão da ITIL:
- Processo de suporte a serviço;
– Processo de entrega de serviço.
hdsg
Fase 2 – Projeto ITIL
- Elaboração do Projeto de Implementação da Gestão de Serviços de TI com a ITIL;
– Apresentação das ferramentas, técnicas e fatores críticas de sucessos, dicas e práticas de implementação.
hdsg
Fase 3 – Assessment e Plano de Ação
– Assessment dos processos de TI;
– Elaboração do Relatório de Gap Analisys;
– Elaboração do Relatório de Plano de Ação.
hdsg

Fase 4 – Processos
– Desenho dos processos de TI;
– Elaboração e Desenho dos documentos.

Fase 5 – Indicadores
– Definição de métricas e indicadores de desempenho.

Fase 6 – Ferramentas
– Ferramentas aderentes aos processos ITIL.

Local:
São Paulo – São Paulo– Av. Ipiranga 318 – 17º andar – Bloco A – Conj. 1702 – Republica.
jhs
Informações gerais:
• Carga horária: 8 horas.
jhs
Formas de Pagamento:
• Depósito/DOC/Transferência;
• Nota de Empenho;
• Boleto Bancário;
• CARTÃO DE CRÉDITO – Parcele em até 12x:
> Somente Pagamento On-line (Ambiente Seguro – SSL).

Calendário de Turmas:

2 0 1 2
Local Data Período À Vista Cartão de Crédito Inscrição
São Paulo / SP
02/Junho
Sábado R$ 100,00
12 x R$ 09,45
Inscrição
São Paulo / SP
21/Julho
Sábado R$ 100,00
12 x R$ 09,45
Inscrição

Gravações dos nossos webinar (palestra on-line):

Planejamento de Projetos ITIL: http://bit.ly/flYJmA
Principais Armadilhas em Projetos ITIL: http://bit.ly/eLsD1W
ITIL e COBIT – Continuidade dos Serviços de TI: http://bit.ly/hDR4Xt
Gestão de Portfólio de Serviços segundo ITIL v3: http://bit.ly/gzaa3d
ITIL – Gestão de Mudanças: http://bit.ly/f8QSJy
BSC e COBIT: http://bit.ly/hTp6O9

Assista nossos vídeos:

  1. ITIL – Uma visão executiva: http://bit.ly/ehjbr9
  2. Gestão de Mudanças com ITIL: http://bit.ly/eP6cRD

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

COMBO: ITIL e COBIT… Por Apenas R$ 220,00...

Objetivo
  • Formação: ITIL Foundation v3, COBIT Foundation 4.1
  • A CompanyWeb®, tem uma historia de mais de 7 anos de experiência com biblioteca de melhores práticas ITIL e COBIT, atuando não só em treinamento, como também em consultoria, desta forma, podemos trazer para dentro de um curso muito do que as empresas vivenciam ao implementar as melhores práticas.
  • Está formação tem como objetivo atender a crescente demanda por profissionais que vão além dos aspectos teóricos, e sim profissionais que podem contribuir em projetos de Governança de TI. Com os cursos tradicionais COBIT e ITIL para contribuir com a Formação do Analista de Governança de TI, no tocante a aspectos práticos que são inerentes a qualquer projetos que involva as malhores práticas.
  • ITIL e COBIT são complementares para os projetos de Governança de TI, portanto, são essenciais para a carreira dos profissionais de TI e Telecomunição.
Público alvo
  • Gerentes de TI, Pessoal de Suporte de TI, Consultores de TI, Gerentes de Negócio, Proprietários de Processos de Negócio, Desenvolvedores de TI, Fornecedores de Serviços de TI, Integradores de Sistemas, Auditores e qualquer profissional que precisem conhecer a Governança e Gestão de Serviços de TI segundo as melhores práticas ITIL e COBIT.
Pré-requisitos
  • Não existem pré-requisitos formais para este curso, mas é recomendável para as pessoas que tenham algum conhecimento de Tecnologia da Informação.
Metodologia e Resultados
  • Aulas expositivas, com aplicação de Simulado;
  • Este curso também capacita o aluno a completar com sucesso os exames de certificação ITIL v3 Foundation e COBIT 4.1 Foundation;
  • Estudo de Caso, Exemplos práticos e Dinâmica de grupo.
Conteúdo Programático | COBIT 4.1 Foundation
RSR
Introdução a Governança de TI e COBIT
RSR
Desafios de TI
Governança de TI: Definição
Governança de TI: Princípios
Necessidades para Governança de TI e um Framework de Controle
Características de um Framework de Controle
COBIT Framework:
RSR
COBIT – Valor, Limitações, Componentes e Benefícios
Relacionando COBIT e Governança de TI
Premissas e Princípios de COBIT
Componentes de COBIT:
RSR
Relacionando Metas do Negócio, Metas da TI e Processos de TI
Framework, Objetivos de Controle e Práticas de Controle
Guia de Gerenciamento
Guia de Auditoria
COBIT e o Ambiente de TI:
RSR
Alinhamento com outros Padrões e Frameworks
Conformidade com Leis e Regulamentações
COBIT e a Lei Sarbanes-Oxley
COBIT: Recursos
RSR
COBIT Online®
COBIT® Quickstart
Guia de Implementação de Governança de TI usando COBIT e Val IT (2a. Edição)
COBIT® Security Baseline
Considerações para Implementação de Projetos COBIT
Orientação para o Exame:
RSR
Conteúdo do Exame de Certificação
Dicas de como se preparar para o exame de certificação
Revisão Geral
Simulados e Exercícios
RSR
Conteúdo Programático | ITIL v3 Foundation
 
1. Introdução a ITIL e as melhores práticas
2. Conceito de Gerenciamento de Serviços de TI
3. Definição de Função, Processo, Serviço e Ciclo de Vida
4. Ciclo de Vida de Serviços
5. Estratégia de Serviço:
• Strategy Generation;
• Demand Management;
• Service Portfolio Management;

• Financial Management.

6. Desenho de Serviço:

• Supplier Management;
• Service Catalogo Management;
• IT Service Continuity Management;
• Capacity Management;
• Availability Management;
• Service Level Management.
 
7. Transição de Serviço:
• Knowledge Management;
• Service Validation e Testing;
• Transition Planning & Support;
• Release and Deployment Management;
• Service Asset and Configuration Management;
• Change Management.
 
8. Operação de Serviço:
• Funções: IT Operations Management, Application Management e Technical Management e Service Desk;
• Request Fulfillment;
• Event Management;
• Access Management;
• Problem Management;
• Incidente Management.
 
9. Melhoria Contínua de Serviço:
• 7 Step Improvement Process;
• Service Reporting;
• Service Measurement.

Informações gerais:

• Carga horária: 32 horas.

São Paulo/SP – Av. Ipiranga 318 – 17º andar – Bloco A – Conj. 1702 – Republica.

Formas de Pagamento:

• Depósito/DOC/Transferência;
• Nota de Empenho;
• Boleto Bancário;
• CARTÃO DE CRÉDITO – Parcele em até 12x:
> Somente Pagamento On-line (Ambiente Seguro – SSL).

Agenda (Aos Sábados):

ITIL v3 Foundation | 23 e 30 de Junho de 2012, das 9h às 18h
COBIT 4.1 Foundation | 07 e 14 de Julho de 2012, das 9h às 18h
GAF
Valor Promocional: R$ 220,00
Formulário de Inscrição: http://bit.ly/LGDmmb

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

VII – IT Governance Week Experience...

  • Objetivo

Apresentar as melhores práticas em Governança de TI e através de exercícios práticos (hands-on), levar para o dia-a-dia das empresas as melhores técnicas para as práticas de governança de TI.

1º Dia – 25/Jun – Governança de TI x Resultados
  • Visão executiva
  • Cenário e casos de sucessos publicados
  • Governança Corporativa
  • Governança de TI
  • Desafios para os executivos
  • Resultados & Benefícios
  • Exercicio
2º Dia - 26/Jun - BSC & COBIT no planejamento Estratégico
  • Planejamento Estratégico com BSC
  • BSC com COBIT
  • Caso de Estudo – Desdobramento do BSC ao COBIT
  • Exercício prático
3º Dia -  27/Jun  - ISO 20000, COBIT & ITIL
  • Projeto ISO 20000
  • Estratégias para conquista a ISO 20000
  • Alinhamento COBIT & ITIL v3
  • Road Map para projeto ITIL
  • Execício – Assessment de um processo
4º Dia - 28/Jun - O Risco de TI
  • As melhores práticas do framework COSO para GRC (Governança, Risco e Compliance)
  • Estratégia para Gestão de Risco de TI com Cobit
  • Desenvolvendo uma metodologia para Gestão de Risco de TI
  • Exercício
  • Dinâmica em grupo
  • Estudo de Caso
5º Dia - 29/Jun - Dash Board na TI
  • Monitoramento da TI usando o COBIT
  • Dash board – Gestão através dos indicadores
  • Dash board – com COBIT, ITIL, BSC
  • Exercício para criar indicadores
  • Exemplos em ferramenta

Investimento

  • Evento Completo:R$ 420,00
  • Por Módulo: R$ 160,00
  • Forma de Pagamento: à vista, ou em até 12x no catão de crédito | Juros de 1,99% a.m

Data de realização:

Data: de 25 a 29 de Junho de 2012
Horário: 19h às 22h

Local: Av. Ipiranga, 318 – Bloco A – Conj. 1702 – 17ª andar – CEP: 01046-010 – Edifício Normanda – República – São Paulo – SP

EAD: 100% via Internet

 

Observações EAD:

1 – Todo o evento será gravado e disponibilizado para download no final do evento;

2 – Para acesso é necessário participante disponha de internet e computador com pelo menos 1 mega de velocidade;

3 – Não garantimos a qualidade da infra-instrutura do participante para treinamentos EAD;

 

Inscrições:

Evento Completo | 25 a 29 de Junho de 2012: Ficha de Inscrição
1º Dia / Módulo: Governança de TI x Resultados |  25 de Junho de 2012:  Ficha de Inscrição
2º Dia / Módulo: BSC & COBIT no planejamento Estratégico |  26 de Junho de 2012:  Ficha de Inscrição
3º Dia / Módulo: ISO 20000, COBIT & ITIL |  27 de Junho de 2012:  Ficha de Inscrição
4º Dia / Módulo: O Risco de TI |  28 de Junho de 2012:  Ficha de Inscrição
5º Dia / Módulo: Dash Board na TI |  29 de Junho de 2012: Ficha de Inscrição

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Webinar | Planejamento de TI...

Introdução e Objetivos

O Planejamento em TI é mais que um simples exercício de planejamento dos recursos e facilidades , da organização da área, e da necessidade de recursos financeiros para a realização de projetos. Um planejamento eficaz alinha as ações de TI com as necessidades dos negócios e reduz a ansiedade na empresa pela busca frenética de resultados por parte de TI. E além, gera um compromisso profissional de ambas as partes, da empresa no fornecimento das condições e recursos para a condução do plano, e por parte de TI de elaborar e concluir os projetos contidos no planejamento.
Os objetivos pretendidos com este seminário de conteúdo prático e objetivo sobre o assunto são: transmitir conceitos e boas práticas envolvidas, trocar experiências entre os participantes, alinhar expectativas e, principalmente, sensibilizar os participantes da valiosa contribuição deste exercício para o sucesso da área de TI nas organizações.

_______________________________________________________________________________________________________

INFORMAÇÕES GERAIS:

  • Carga horária: 1 horas – Das 8:00hs às 9:00 hs
  • Data: 25/nov/11 – Sexta-feira.
  • Evento Gratuito

 

 

 

  • Palestrante:
    Edson Gonzalez Martins, Mestre em Administração de Empresas pela FEA-USP, Pós-Graduado em Sistemas de Informações pelo Instituto Mauá de Tecnologia, Economista pela PUC-SP. Vários cursos de TI, Recursos Humanos e Management no Brasil e no exterior.- 35 anos de experiência profissional em TI em empresas como Credicard, Alcoa, Citibank e Alcan onde ocupou o cargo de Gerente Corporativo de TI.- 15 anos de experiência como consultor em TI em projetos estratégicos para empresas como: Grupo Saint-Gobain, Embraer, Escelsa, Sistema de Energia Cataguases-Leopoldina, Grupo de comunicação Fischer-América e na Faculdade de Medicina da USP.- Especialista nos seguintes temas ou assuntos empresariais: TI (gestão, políticas e processos), Recursos Humanos (gestão, políticas e processos), análise de processos, organização, planejamento estratégico e gestão estratégica.- Experiência de 12 anos como coordenador e professor de cursos de Pós-Graduação em TI, inclusive em programas de MBA´s, na FASP-Faculdades Associadas de São Paulo e na Fundação Santo André.- Experiência na condução de treinamentos relativos à gestão de TI e de projetos conduzidos em várias empresas nacionais e multinacionais.- Por 2 anos respondeu pela Gerência de Recursos Humanos do Escritório Central da Alcan Alumínio S/A.- Nos últimos 4 anos, foi o CIO da Faculdade de Medicina da USP.- Autor do livro: A Gestão da Informática nas empresas, publicado pela editora CenaUn, em 1.998.

Faça sua Inscrição:

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Webinar | Planejamento de TI...

Introdução e Objetivos

O Planejamento em TI é mais que um simples exercício de planejamento dos recursos e facilidades , da organização da área, e da necessidade de recursos financeiros para a realização de projetos. Um planejamento eficaz alinha as ações de TI com as necessidades dos negócios e reduz a ansiedade na empresa pela busca frenética de resultados por parte de TI. E além, gera um compromisso profissional de ambas as partes, da empresa no fornecimento das condições e recursos para a condução do plano, e por parte de TI de elaborar e concluir os projetos contidos no planejamento.
Os objetivos pretendidos com este seminário de conteúdo prático e objetivo sobre o assunto são: transmitir conceitos e boas práticas envolvidas, trocar experiências entre os participantes, alinhar expectativas e, principalmente, sensibilizar os participantes da valiosa contribuição deste exercício para o sucesso da área de TI nas organizações.

_______________________________________________________________________________________________________

INFORMAÇÕES GERAIS:

  • Carga horária: 1 horas – Das 8:00hs às 9:00 hs
  • Data: 07/out/11 – sexta-feira.
  • Evento Gratuito
     
  • Palestrante:
    Edson Gonzalez Martins, Mestre em Administração de Empresas pela FEA-USP, Pós-Graduado em Sistemas de Informações pelo Instituto Mauá de Tecnologia, Economista pela PUC-SP. Vários cursos de TI, Recursos Humanos e Management no Brasil e no exterior.-  35 anos de experiência profissional em TI em empresas como Credicard, Alcoa, Citibank e Alcan onde ocupou o cargo de Gerente Corporativo de TI.- 15 anos de experiência como consultor em TI em projetos estratégicos para empresas como: Grupo Saint-Gobain, Embraer, Escelsa, Sistema de Energia Cataguases-Leopoldina, Grupo de comunicação Fischer-América e na Faculdade de Medicina da USP.- Especialista nos seguintes temas ou assuntos empresariais: TI (gestão, políticas e processos), Recursos Humanos (gestão, políticas e processos), análise de processos, organização, planejamento estratégico e gestão estratégica.

    - Experiência de 12 anos como coordenador e professor de cursos de Pós-Graduação em TI, inclusive em programas de MBA´s, na FASP-Faculdades Associadas de São Paulo e na Fundação Santo André.

    - Experiência na condução de treinamentos relativos à gestão de TI e de projetos conduzidos em várias empresas nacionais e multinacionais.

    - Por 2 anos respondeu pela Gerência de Recursos Humanos do Escritório Central da Alcan Alumínio S/A.

    - Nos últimos 4 anos, foi o CIO da Faculdade de Medicina da USP.

    - Autor do livro: A Gestão da Informática nas empresas, publicado pela editora CenaUn, em 1.998. 

Faça sua Inscrição:

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Metodologias de Gestão de Risco em Alta no Mercad...

Adoção de controles internos deve movimentar mais de U$$ 1 bi em soluções de TI

Por: Lucia Rebouças / São Paulo

A redução de risco operacional na gestão das empresas, decorrentes da adoção de práticas de transparência de sustentabilidade – fundamentais hoje em dia para manter a competitividade no mercado consumidor na captação de recursos – criou mais um nicho de mercado dentro da tecnologia da informação (TI), as metodologias de gestão da informação.

Segundo a pesquisa “Operational Risk Management Systems 2007” da Chartis, empresa global de pesquisa de tecnologia de risco, as soluções para gestão de risco operacional devem movimentar mais de U$$ 1 bilhão até 2011, no mundo.

No Brasil é crescente o número de consultorias locais e internacionais que oferecem serviços nesse segmento já batizado de Govenança em TI. “A Governança de TI é filha legítima da Governança Corporativa”, diz Uires Tapajós,consultor da CompanyWeb, empresa local que tem 12 anos de experiência na área de TI e gestão de negócios, pessoas, projetos e processos.

O Risco operacional interfere diretamente na gestão das companhias. “Quando uma empresa traça uma meta para sua receita anual terá mais chances de atingi-la se souber a que risco está exposta para agir preventivamente, afirma Tapajós. Esses riscos podem ser de várias naturezas, como uma greve, uma alta dos juros, mudanças no cambio, na legislação, paralisação de máquinas.

As melhores práticas de governança de TI ajudam a alinhar os processos de TI com as estratégias de negócios, Conforme Tapajós, “este cenário exige que o profissional vá além do atendimento as demandas de serviços do dia-a-dia, pois, ele está preparado para implementar as melhores práticas de governança de TI”.

Ele dá uma dica sobre as principais questões que o executivo deve levantar no momento de implementar governança de TI: por onde começar? Como começar? Qual o framework, guia, padrão ou metodologia vou utilizar? Como vou fazer a integração com os objetivos e a missão da empresa? Quais os recursos necessários? Como posso gerar valor ao negócio?

Depois disso, o conselho de Tapajós é sempre lembrar que não é preciso reinventar a roda. “Existe modelos como o COSO (Committee of Sponsoring Organizations) e o COBIT (Control Objectives for Information and Related Technology), que estão entre as melhores práticas, que já foram testados e só precisam ser adaptados á realidade da empresa”, Afirma.

O COSO permite implementar as melhores práticas de gestão de risco e estrutura de controles internos. Já o COBIT permite a melhoria continua do processo utilizado para identificar e avaliar controles, e mitigar riscos. Acrescenta o consultor.

COSO e COBIT

O COSO é um guia para as melhores práticas de gestão de risco corporativos, que abrange também controles interno. É recomendado pela SEC (Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado de capitais americano), para implementação da Sarbanes-Oxley (SOX), a mais exigente lei de governança em vigor no mundo, O COSO pode ser utilizado ainda para atender o acordo de Basiléia II.

O COBIT abrange processos, alinhamento com negócio, controles, gestão de risco e auditoria de TI. Também é recomendado pela, SEC para implementação de controle internos na área de TI (seção 404) da SOX e pode ser utilizado para atender os requisitos do acordo da Basiléia II – pois encontra-se aderente aos 13 Princípios de Basiléia e aos requerimentos do Banco Central do Brasil.

Fonte: Jornal Gazeta Mercatil

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS

Como gerenciar riscos em TI?...

Gartner
Segunda-feira, 11 de outubro de 2010 – 11h34

SÃO PAULO – “Gerenciamento de risco” é um termo abrangedor e o Gartner fornece uma ampla variedade de pesquisas que o colocam em foco. As organizações devem balancear seus controles com as necessidades do negócio para direcionar o desempenho corporativo.

ANÁLISE – Todos falam sobre gerenciamento de risco, mas nem todos estão de acordo em relação a como gerenciar os riscos. A crise financeira global de 2008 aumentou a consciência acerca do gerenciamento de risco orientado ao negócio em assuntos como segurança de TI e registros financeiros, assim como a necessidade de compreender os riscos enfrentados por uma organização.

Apesar dessas preocupações, a maioria das organizações continua lutando contra silos de atividades de gerenciamento de risco que falham em prover uma estrutura integrada para esses esforços.

Algumas atividades cobrem uma área de especialização, como gerenciamento da continuidade do negócio (BCM), enquanto outras tratam de um tipo de risco que afeta toda a companhia, como gerenciamento de risco operacional (ORM).

Apresentamos um grupo de pesquisas que fornecem diretrizes sobre como lidar com estratégia, organização, processo e tecnologia de atividades relacionadas com riscos dentro de uma empresa, desde silos individuais de risco até a implementação de uma efetiva capacidade de gerenciamento de risco corporativo (ERM).

Frequentemente, esforços de gerenciamento de risco são etiquetados como risco e cumprimento de governança (GRC). Este termo tem sido aplicado tão amplamente no mercado que não representa mais do que a maduração das abordagens usadas pelas organizações para lidar com suas atividades de gerenciamento de riscos e cumprimento de diretrizes.

Não há uma definição normalmente aceita de GRC que delineie um conjunto específico dessas atividades. O GRC foca em estimativa individual qualitativa, processos de controle e auditoria e registros regulatórios. As organizações deveriam tomar cuidado com os fornecedores que usam o termo GRC para descrever basicamente qualquer produto que vendam.

O termo “ERM” é usado igualmente de forma ampla e, em muitos casos, incorretamente para descrever qualquer atividade para centralizar silos de risco sob gerenciamento comum. Em muitas situações, os riscos selecionados são somente riscos operacionais. O Gartner define o ERM verdadeiro como o tratamento estratégico e holístico de todos os riscos da organização, incluindo riscos de crédito e mercado, assim como riscos operacionais.

Lições que outras indústrias podem aprender sobre ERM de serviços financeiros  – A indústria de serviços financeiros foi sempre rigidamente regulada a partir de uma perspectiva de risco e inclui algumas das organizações mais evoluídas e cientes dos riscos.

A maioria das outras indústrias pode não ser obrigada a atingir os mesmos níveis de maturidade em controle, processamento e registro de riscos. Entretanto, a indústria de serviços financeiros continua fornecendo lições aplicáveis a organizações de todas as indústrias, em relação ao possível sucesso ou falha de uma implantação de gerenciamento de risco. Por exemplo, organizações de serviços financeiros estão consideravelmente à frente da maioria das outras indústrias quanto à implementação de ERM.

Conforme já  se notou, muitas organizações caracterizam qualquer esforço para desfazer os silos de risco como ERM. Etiquetas à parte, a lição neste caso é que, embora nem todas as organizações tenham um relevante caso de implementação de ERM, quase todas as organizações podem se beneficiar da implantação de uma abordagem mais ampla acerca do gerenciamento de riscos.

Todas as atividades relacionadas com gerenciamento de risco são parte de, e contribuem para, uma solução corporativa para gerenciamento de risco. Individualmente e também coletivamente, contudo, elas não atingem as capacidades ou os benefícios oferecidos pelo ERM.

O ERM é  uma abordagem compreensiva, diferente da abordagem fragmentada encontrada em um típico ambiente onde os processos de gerenciamento de riscos e cumprimento de diretrizes tendem a ser implantados de uma maneira não coordenada em unidades de negócios e funções de suporte.

Uma visão corporativa mira os componentes de risco holisticamente. Ela centraliza os processos de governança e controle de risco para que a empresa possa determinar as relações entre os riscos e decidir qual é a melhor maneira de absorver, limitar e transferir os riscos.

Quando esta abordagem é utilizada, gerentes de linha de negócio (LOB) continuam controlando os riscos no nível operacional, enquanto o chefe de gerenciamento de riscos (CRO) define políticas que permitam aos negócios da companhia funcionar como uma unidade, organicamente compartilhando dados e coordenando decisões sobre riscos.

Uma abordagem holística dos riscos corporativos inclui uma visão corporativa do risco operacional e suas interdependências e correlações com os riscos de mercado e de crédito.

A abordagem holística é essencial para a capitalização do potencial positivo do risco adequadamente gerenciado. A idéia de que o risco pode ter um lado positivo desafia as os departamentos de TI, que tendem a interpretar o gerenciamento de risco apenas como a redução ou a eliminação do risco.

O desafio para os departamentos de TI é determinar quais programas de risco e processos técnicos permitem que eles detectem e capitalizem os eventos de risco significativos para o desempenho corporativo, ou para reduzir o risco por meio de automatização e padronização.

ERM não  é uma tecnologia discreta. Você não pode comprar um sistema de ERM completo. Seu sucesso depende em grade parte da criação de uma cultura ciente do risco. O principal objetivo do ERM é relacionar o risco com a criação de valor, e a associação do risco com o desempenho. Isso envolve:

1 -  Apagar as fronteiras de LOB e abordagens fragmentadas de gerenciamento de risco

2 -  Avaliar o desempenho a partir de uma base ajustada ao risco para gerentes de compensação

3 -  Tomar decisões informais para alocar capital

O ERM é  uma necessidade da boa governança. Ele vai além do típico regime de registro e cumprimento de diretrizes e dos processos operacionais.  Todas as organizações tem riscos de crédito e mercado.

Organizações fora da indústria de serviços financeiros tendem a minimizar ou negligenciar a importância das exposições a riscos de mercado e de crédito, quando lidam com riscos corporativos. Normalmente, elas limitam inapropriadamente sua abordagem corporativa ao risco operacional (o risco relacionado com processos inadequados ou falhos, pessoas ou eventos externos).

Toda organização está exposta a riscos de crédito relacionados com o crédito negociado expandido para clientes e atividades de fornecedores. Riscos de mercado, por exemplo,  podem ser relacionados com as mercadorias usadas para fabricação, compra ou venda de produtos em moedas estrangeiras, flutuações de taxas de juros e liquidez. Basicamente, toda organização, de alguma forma, é uma instituição financeira.

Além dos modelos de crédito, o gerenciamento de risco de crédito exige processos confiáveis e sustentáveis, e o desempenho desses processos e das políticas associadas que são facilmente visíveis e ativamente gerenciadas.

Por outro lado, o risco operacional pode se transformar em uma perda de crédito, como ilustrado em negócios de hipotecas (por exemplo, informação fraudulenta ou insuficiente) ou em incidentes de furto de identidade. Isso pode ocorrer inclusive com o negócio de serviços não-financeiros. O risco operacional é parte de todas as atividades corporativas, e pode contribuir com eventos de riscos de crédito e de mercado. A calamidade de crédito e liquidez de 2008 na indústria bancária foi o resultado de falha operacional.

Falhas bancárias e restrições de crédito tem um efeito direto em todos os negócios. Nessas específicas circunstâncias de demanda, as empresas requerem mais visibilidade e controle sobre eficácia financeira e riscos de abastecimento. Os motivos são espremer mais capital de trabalho enquanto as fontes de financiamento externo estiverem reduzidas, além de assegurar que o desempenho está dentro do nível de tolerância de risco da organização.

Estratégia  – O fato de a sua organização procurar ou não o ERM não altera a exigência básica para usar uma abordagem estratégica de gerenciamento de risco. Uma organização consciente dos riscos entende que o gerenciamento de riscos está diretamente ligado ao desempenho corporativo. Comece com controle qualitativo de auto-avaliações, e então mude para avaliações qualitativas relacionadas com indicadores básicos de desempenho (KPIs).

Organização – Organizações devem desenvolver uma hierarquia de risco descendente. Cada líder de um silo de risco (por exemplo, risco de TI, segurança de TI, BCM, privacidade, cumprimento de diretrizes legais e regulatórias) deve compreender como os componentes específicos do seu silo se ajustam no cenário de riscos geral.

Processo – A eficácia do gerenciamento de risco de do desempenho geral dependem de processos confiáveis e sustentáveis. Ela também depende da visibilidade que esses processos e políticas relacionadas fornecem para dar suporte ao gerenciamento ativo da exposição a riscos.

Tecnologia  – A organização de TI é essencial para minimizar os riscos por meio de um sólido planejamento de arquitetura e automação. Isso inclui uma visão consistente dos processos e dos dados de uma companhia para dar suporte ao gerenciamento de risco ativo.

Fonte: Info | http://info.abril.com.br/noticias/corporate/como-gerenciar-riscos-em-ti-11102010-11.shl?3

.

Share and Enjoy

  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • LinkedIn
  • StumbleUpon
  • Add to favorites
  • Email
  • RSS